Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais

Eduardo Leite e Ratinho Júnior estarão comigo governando o país, diz Caiado

Candidato do PSD disse que ‘não abre mão’ da presença dos governadores de RS e PR em seu possível mandato

2026|Do Estadão Conteúdo

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ronaldo Caiado, candidato à Presidência pelo PSD, quer Eduardo Leite e Ratinho Júnior em seu governo caso seja eleito.
  • Caiado destacou as realizações de Leite no Rio Grande do Sul, enfrentando estiagens e enchentes.
  • Durante um evento do Comunitas, Caiado afirmou que não abrirá mão da presença dos dois governadores.
  • Caiado criticou o Itamaraty, afirmando que precisa ser resgatado como uma chancelaria brasileira e não um braço político partidário.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Eduardo Leite, Caiado, Ratinho Jr., e Gilberto Kassab Reprodução/Facebook Gilberto Kassab

O candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou nesta segunda-feira (24) que o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), estarão junto com ele em um eventual governo.

A fala foi feita durante o encontro promovido pelo Comunitas, organização voltada ao fortalecimento da gestão pública brasileira.


“Eduardo Leite estará comigo governando o país. Isso não é questão de compromisso com ele, é questão de bom senso em avaliar o que ele fez no Rio Grande do Sul e com as dificuldades que ele enfrentou com cinco períodos de estiagem, com enchentes”, afirmou.

Veja Também

“Então ele estará governando ao meu lado. Eu não abro mão da presença dele, muito menos da presença do Ratinho, que são dois governantes que são exemplo hoje do que fizeram nos seus estados. Eles estarão comigo no governo”, concluiu, durante entrevista coletiva após a participação no evento.


Itamaraty

No mesmo evento, Caiado voltou a afirmar que o Itamaraty é um “braço político-partidário” e que quem for eleito presidente precisará resgatar o órgão.

“Ele tem que resgatar a chancelaria brasileira, que sempre foi um exemplo ao Brasil. Nós sempre nos orgulhamos do Itamaraty e, de repente, passou a ser um braço político-partidário e deixou de ser uma política de expansão da nossa capacidade de mercado e de poder cada vez mais dar alternativa para a produção nacional”, afirmou.


Search Box

🗳️Eleições 2026: leia todas as notícias sobre a disputa

🤳🏽Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp 📲

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.